Programação de aplicações Delphi com acesso a base de dados

PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES DEPLHI COM ACESSO A BASE DE DADOS

Este libro ficou libre de custos graças ao autor “Francisco Charte” em colaboração com a Danysoft para que toda a comunidade amplie os seus conhecimentos.

O objecto deste livro é descobrir os componentes, as ferramentas e os procedimentos a seguir para operar com a base de dados, ao desenvolver aplicações Delphi em destintos cenários.

A nossa intençãoé ofrecer ao leitor a informação necessária em cada caso, explicando detalhadamente qual será a configuração a usar e a acompanhar essas explicações com exercícios de demonstração para que as possa colocar em prática.

Disponibilidade em formato electrónico!

PARTES DO LIVRO

PARTE 1: Acesso a dados locais
PARTE 2: Aplicações clientes/servidor
PARTE 3: Aplicações distribuídas

VERSÕES

ESPANHOL
– INGLÉS

PARTE 1: ACESSO A DADOS LOCAIS

Os capítulos da primeira parte tratam o acesso a origem de dados locais, alojados no mesmo dispositivo em que se executa a aplicação.

Por um lado, trabalhamos em proyectos dirigidos a computadores com Windows u OS X e, por outro lado, as aplicações para dispositivos móveis usando base de dados embutidos. Sendo que esta configuração é mais simple, uma vez, que os dados e programas estão na mesma máquina.

Os capítulos desta parte tambem explicam como usar algumas ferramentas e componentes fundamentais e de uso geral.

  • INTRODUÇÃO AO FIREDAC

    Ao desenvolver uma aplicação com Delphi podemos usar FireDAC em varios contextos diferentes. Nos capítulos deste livro, como indicamos, temos ocasiões de conhecer varios delles. Este capitulo mostra o ponto de partida, em que começamos a forjar as bases que nos permitirão construir projetos cada vez mais elaborados e complexos.

  • INTERBASE INCORPORADA

    Saberemos o procedimento que seguiríamos para usar o InterBase embarcado em um projeto desenvolvido com Delphi, colocando-o em prática em um exercício cujos resultados podemos executar tanto em um computador desktop como em dispositivos móveis.

  • FERRAMENTAS BDD COM DELPHI

    O IDE de Delphi tem diversas utilidades que irão facilitar nosso trabalho na hora de conectar a nossa aplicação com bases de dados. O objetivo deste capítulo é-nos familiarizarmos com essas ferramentas para que possamos fazer o melhor uso delas nos capítulos seguintes, quando abordarmos o design de projetos específicos.

  • BASES DE DADOS DE ESCRITÓRIO

    Neste capítulo aprendemos a usar alguns origens de dados, usados fundamentalmente no escritorio. Já sabemos como conectar com bases de dados Access, fizemos em um dos exercícios de capítulos anteriores, pelo que nas seguintes secções vamos nos ocupar com as folhas de cálculo Access e os arquivos de texto.

  • INTERFACES DO USUÁRIO COM CONEXÃO DE DADOS

    Este capítulo está completamente centrado no tema das Interfaces de usuario com conexão a origem de dados, sejam baseados na VCL Component Library ou FMX. Começamos por analisar as diferenças entre essas bibliotecas, para que possamos decidir qual delas nos convém em cada caso. Alguns aspectos específicos dos componentes VCL com conexão de dados serão descritos posteriormente e, finalmente, o uso de LiveBindings será aprofundado.

  • BASES DE DADOS EM MEMÓRIO COM FIREDAC

    O objectivo do capítulo é mostrar os procedimentos a seguir para desenvolver aplicações que trabalham com bases de dados em memoria, sem uma conexão permanente a um gestor de dados, como poderia se InterBase ou Access no escritorio, e sem que seja necessário utilizar arquivos em armazenamento externo.

  • BASES DE DADOS E UNICODE

    Começamos por ver o que é o Unicode e as suas diferentes codificações, familiarizando-nos com a maneira como os caracteres e strings são codificados no Delphi e, em seguida, entrar nos detalhes de como trabalhar com dados Unicode em bancos de dados diferentes.

PARTE 2: APLICAÇÕES CLIENTE / SERVIDOR

Na segunda parte do livro vamos nos ocupar com a arquitectura de acesso a dados mais populares, aquela em que a aplicação, estando a trabajar em um dispositivo conectado a uma rede, ele se comunica com um servidor de dados para operar nas informações.

Além dos procedimentos de trabalho comuns a todos os RDBMS, que facilitam um desenvolvimento unificado, também explicará como acceder as características específicas de certos produtos, utilizando componentes adequados para os mesmos.

Os capítulos desta parte também explicam como usar algumas ferramentas e componentes fundamentais e de uso geral.

  • DESENVOLVIMENTO CLIENTE / SERVIDOR

    Conheceremos alguns conceitos fundamentais sobre FireDAC na hora de desenvolver aplicações cliente/servidor. Todos eles são genéricos e, portanto, aplicam-se independentemente do RDBMS específico com o qual vamos trabalhar.

  • TRABALHAR SEM CONEXÃO AO RDBMS

    Este capítulo descreve a configuração e procedimiento a seguir em aplicações que não requerem uma conexão permanente com o RDBMS para realizar o seu trabalho. É um objectivo para os que precisam de estas funcionalidades: o encerramento da conexão sem perder os dados hospedados nos componentes e o armazenamento temporário das alterações aplicadas a esses dados.

  • TRANSAÇÕES, BLOQUEIOS E NOTIFICAÇÃO DE ALTERAÇÕES

    O objetivo deste capítulo é discutir a utilidade das transações e como elas são geridas ao trabalhar com bancos de dados usando componentes FireDAC. Começaremos por conhecer as propriedades que uma transação fornece, para então distinguir entre o controle de transação oferecido pelo RDBMS, acessível a partir de scripts SQL, e o próprio FireDAC, em um nível mais genérico.

  • INTERBASE

    O objetivo deste capítulo é fornecer detalhes adicionais sobre como configurar e trabalhar com um servidor de dados InterBase a partir de aplicações Delphi com componentes FireDAC.

PARTE 3: APLICAÇÕES DISTRIBUIDAS

A terceira parte do livro se concentra na técnicas de acesso a dados em ambientes distribuídos, com clientes que podem ser aplicações Delphi em um computador, mas também aplicações web em um navegador ou programas para dispositivos móveis, um servidor de aplicações que atende às solicitações desses clientes e um servidor de dados conectado aos primeiros.

Nos capítulos desta parte, aprenderemos sobre as diferentes opções para transportar e gerir dados de uma extremidade à outra.

  • INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO COM DELPHI

    Iremos conhecer os conceitos relacionados ao desenvolvimento deste tipo de soluções utilizando Delphi. Em capítulos posteriores iremos abordar os aspectos práticos, implementando servidores e clientes DataSnap que consomem os serviços oferecidos por eles.

  • SERVIÇOS DATASNAP

    As secções a seguir explicam o processo de criação de um servidor DataSnap em detalhes, começando com um caso básico e depois passando para os serviços que retornam conjuntos de dados. Ele também descreve como consumir esses serviços dos clientes.

  • SERVIÇOS REST

    Aprenderemos como construir servidores de aplicações DataSnap do tipo REST. Os princípios REST, HTTP e JSON são os pilares fundamentais desse tipo de servidor, por meio dos quais se estendem as capacidades do DataSnap descritas no capítulo anterior. Como naquele capítulo, começaremos a desenvolver um servidor básico para depois passar a operar com conjuntos de dados.

    Os componentes que nos permitirão consumir qualquer serviço REST de uma aplicação Delphi também são introduzidos. Além dos clientes desenvolvidos com Delphi, também aprenderemos a acceder a esses servidores DataSnap a partir de uma página web, um client que pode rodar em qualquer tipo de dispositivo, inclusive telefones móveis.

  • EMS

    Veremos um dos novos recursos incluídos nas últimas versões do Delphi, especificamente da versão XE7: EMS (Enterprise Mobility Services). A empresa o define como um middleware, uma camada de software cujo objetivo é facilitar o desenvolvimento de novos servidores de aplicação. O seguinte descreve quais funcionalidades o EMS oferece, como acessar seus principais serviços e como desenvolver pacotes EMS para estender essa funcionalidade.

APÊNDICES

No final do livro, após os capítulos dessas três partes, encontramos quatro apêndices cujo objetivo é ajudar os desenvolvedores que não estão familiarizados com a linguagem Delphi, com seu ambiente e com o uso do Git como sistema de controle de versão do código fonte.

O nosso objectivo com estes apendices e facilitar ao leitor a informae facilitar ao leitor a informacao que possa necessitar para comecar a criar aplicacoes Delphi com acesso a bases de dados, mas obviamente e impossivel resumir nos mesmos livros completos centrados nos aspectos mais genéricos de esta ferramenta.

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